quinta-feira, 22 de março de 2012

DOCUMENTÁRIO O ESTADO DO VATICANO 2ª PARTE


OS APETRECHOS DO CATOLICISMO ROMANO
Relevo feito em madeira nos tempos da Inquisição e publicado posteriormente no livro THE BULWARK (A MURALHA) na pagina 70 Vol. IV – Londres – 1853.
O autor do relevo acima mostra que todos os apetrechos usados pelo catolicismo romano valem e pesam menos que uma Bíblia Sagrada.
Desde que a Bíblia foi editada em forma de livro por Gutemberg, anos 1400-68, a igreja romana se posicionou contra as Escrituras Sagradas.
O papa Pio IX, anos 1846-74, havia definido essa aversão dizendo: “A leitura da Bíblia é um veneno!” (Sill. 8-12-64).
O que mais perturba o romanismo é o conhecimento correto dos dez mandamentos que a igreja havia ocultado por séculos e a condenação bíblica da idolatria, fetichismo e superstições tão inerente ao catolicismo.
Os que se aprofundam no estudo das Escrituras descobrem que o catolicismo romano é um sistema descrito na Bíblia de maneira figurado como: “UMA MULHER EMBRIAGADA COM O SANGUE DOS SANTOS E DAS TESTEMUNHAS DE JESUS”, devido às perseguições e a inquisição cometida contra os cristãos não católicos. (ver. Ap. cap. 18).
Como a Bíblia serviu de conforto aos mártires evangélicos que morriam pela sua fé, amavam o livro Sagrado. Foi nesse período difícil que esculpiram o quadro acima. 
A CEIA DO SENHOR E A MISSA I
A PALAVRA “missa” que substituiu o culto cristão original foi introduzida na igreja pelo catolicismo no ano 394, e significa entre outras coisas “mistério”. O concílio de Trento ameaçou que “se alguém negar que aquilo que se oferece na missa não é Cristo para ser comido seja excomungado!” (Trd. XXII).
 A ceia do Senhor que era simples como se ver no quadro “A ultima ceia” de Leonardo da Vinci foi celebrada dessa forma por 12 séculos, mas no ano 1200 substituíram o pão pela hóstia e no Concilio de Constança, ano 1414, resolveram negar o vinho aos fieis; essa decisão foi sancionada pelo papa João XXIII, papa devasso, violador de moças virgens, mulheres casadas e freiras.
A CEIA DO SENHOR sofreu nova agressão no Concilio de Roma, ano 1215-16, quando isolaram do contexto as palavras figuradas de Cristo “isto é o meu sangue” fizeram uma péssima exegese estabelecendo a transubstanciação (transformação dos elementos da ceia em “presença real”).
Até o século XII nenhum cristão aceitava que a farinha se transformasse em “cristos”. Coube ao concilio de Trento, ano 1551 dar o golpe final contra a ceia do Senhor aprovando e definindo a crendice da  transubstanciação.
A partir desse concilio qualquer padre com um passe de mágica “transforma” o trigo e a água em carne, ossos, sangue, nervos e cabelos de Cristo, tudo dentro de uma hóstia! O papa Pio IX gloriava-se com o dogma proclamando no seu pontificado: “Não somos simples mortais, somos superiores a Maria, ela deu a luz só a um Cristo, mas podemos fazer quantos “cristos” quisermos; nós os padres criamos o próprio deus!” (Ver Gazeta da Alemanha nº 21, 1870).
Conheça as façanhas do papa Inocêncio III que decretou esse dogma:
1.        Condenou a “CARTA MAGNA” e disse que “O céu e a terra se submetem ao Vigário de Cristo”.
2.        Organizou duas cruzadas guerreiras.
3.        Instituiu o confessionário que põem a descoberto o segredo dos lares.
4.        Instituiu a inquisição que foi ativada pelo papa Gregório IX.
5.        Proibiu a leitura da Bíblia.

A igreja resistiu à implantação da transubstanciação mais foi vencida, alguns decidiram por milhões e verificou-se que uma mentira muitas vezes repetida se transforma em verdade.
A igreja católica exige respeito pelo dogma, pedem que não se mastigue a hóstia! O missal romano pagina 58, prescreve: “se um padre sentir-se mal durante a celebração da missa e vomitar a hóstia, deve engolir o que pós pra fora!”
Quando a doutrina da transubstanciação foi introduzida no catolicismo houve discussões escolásticas: o professor Halles explicava que se um morcego engolir uma hóstia engoliu o próprio Cristo! O bispo Bonaventura achou repugnante, mas São Thomaz deu razão ao professor Halles! (Roma, Ig. E o Ant-Crist. 280).
No Canadá o jovem padre Daule descuidou-se de umas hóstias, horrorizado viu ratos devorando-as, correu para o velho bispo e disse: os ratos estão devorando nosso Deus! (chiniqui, ex-padre, pag 334).
O ex-padre Dr. Hipólito de Oliveira Campos quando exercia o sacerdócio em Cuiabá esqueceu umas hóstias que emboloraram e viraram larvas... Resta perguntar: que tipo de cristo tem a igreja católica romana?
Rubano Mauro, 788-857, Abade de Fulda e depois Arcebispo de Moguncia, considerava “heresia grave supor que na Eucaristia estava presente a carne nascida de Maria” (Espist. Ad. Heribaldum).
Santo Agostinho, Bispo de Hipona, 340-430, gracejava da transubstanciação cuja idéia já existia no seu tempo; pregando nas igrejas, dizia: “porque preparas os dentes e o estomago? Confiar em Cristo é comer o Pão Vivo, não se pode engolir Aquele que subiu vivo para o céu! (ver tratado sobre João nº VXV e Sermões nº131-1).
“La Grande Enciclopedie Française” comentando a eucaristia escreveu que “os teólogos católicos imaginaram os povos mais feiticistas e os cultos mais idolatras; tomam a farinha cozida e o vinho e dizem: Eis nosso deus, comei-o!” proibidos de raciocinarem, os clérigos esqueceram-se de ler Santo Agostinho e A Ignorância tornou-se Moléstia Geral.

A CÉIA DO SENHOR E A MISSA II
Nosso Senhor usou metáforas e parábolas em varias ocasiões dizendo: quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede... Eu sou o Pão do céu... Minha carne é verdadeira comida meu sangue bebida etc.
Os discípulos perguntaram lhe perguntaram certa vez, “porque falas por parábolas? No contexto Jesus explicou: “as palavras que eu digo são espíritos e vida!”(João 6.36).
Com esse esclarecimento do Mestre é fácil entender que o pão e o vinho na ceia apenas representam seu corpo e seu sangue, mas não há “presença real”.
Ao dizer fazei isso em memória de mim Jesus já excluiu sua presença, São Jerônimo ensinou o mesmo e deve-se lembrar que no texto Jesus referia-se ao pão e ao vinho e não a hóstia criada 1200 anos depois.
Tomando palavras figuradas ao pé da letra, tropeçando em parábolas e metáforas o catolicismo romano transformou a simples ceia em coisa complicada! Veja alguns opositores do dogma da eucaristia:
1.        O papa Gelásio I, anos 492-6, ensinava que “A natureza dos elementos da ceia não deixam de existir depois da bênção”.
2.        Outro papa Gelásio II, 1118-19, não aceitava a transubstanciação e disse: “na eucaristia a natureza do pão e do vinho não deixam de existir” e ordenava as igrejas que servissem aos fieis o pão e o vinho.
3.        O papa Romano São Clemente pensava o mesmo ao dizer: “O pão e o vinho são apenas símbolos!” não se transformam em coisa alguma. (ver Dabus in Cristo. Adv. Eutychen, eth Nestorium, São Tomaz Sun Theo. Vol. 7, pag 134.3 e Clemente, livro VII 5.23). Como não é possível fazer uma acareação entre os papas seria melhor o catolicismo de hoje estudar o espírito das palavras de Cristo.
4.        O escritor Alberti nus cita 4 Cardeais daqueles tempos: Bonaventura, Alicuo, Cujan e Cajetano; cita também 5 bispos e 19 doutores da igreja que interpretavam o Evangelho de João 6.53-63 no sentido espiritual e simbólico (ver Alberti nus Ench Livro I pag. 209). São Cirilo de Jerusalém e São Gregório de nissa fizeram referencias à “união mística” na eucaristia, mas nada falaram sobre “presença real”. (Sacra cuenca Ad. Lanfruncum Cath XXI-13).       

A doutrina católica sobre a transformação dos elementos da ceia apresenta sérios problemas para o raciocínio; se Cristo disse para celebrar a cerimônia “até que eu venha” não pode estar presente na hóstia, se vem não está... Ele foi o primeiro a servir-se, teria Cristo engolido a si mesmo?
O concilio de Trento complicou mais o assunto, prescrevendo que “se uma hóstia se partir em pedaços, Cristo estará presente em cada fração, se uma parte cair  no altar, o lugar deve ser lambido com a língua!”. (ver concilio de Trento, seção XIII 3-D, 876).
Verifica-se que esse dogma não resiste a nenhuma analise! Seu mais perigoso adversário não são os teólogos protestantes, mas sim os cientistas como Albert Einstein, Oppenhelmer e outros corifeus da ciência atômica... a celebração da missa é mas uma encenação que um culto Cristão, veja como Martinho Cochêm descreve o cerimonial no livro; explicação da missa, pag. 40: “o sacerdote durante uma só missa benze-se 16 vezes, volta-se para o povo outras 16 vezes, beija o altar 8 vezes, levanta ao olhos 11 vezes, 10 vezes bate no peito, ajoelha-se outras 10 vezes e junta as mãos 54 vezes! Faz 21 inclinações com a cabeça e 7 vezes com os ombros, inclina-se 8 vezes e beija a oferta 36 vezes! Poe as mãos sobre o peito 11 vezes e 8 vezes olha para o céu, faz 11 orações em voz baixa e 13 em voz alta, descobre o cálice e o cobre novamente 5 vezes e muda de lugar 20 vezes!”. Talvez tenha sido por isso que Cristo disse: Vinde a mim e Eu vos darei descanso...
A transubstanciação romanista é pura ilusão, não pode ser aceita por nenhuma mente esclarecida e alimentada pelas Escrituras Sagradas.

O VATICANO E O PEDESTAL DE MARIA I
NO ESCUDO DO PAPA João Paulo II com referencia a Maria, mãe de Jesus está escrito TOTUS TUUS (todo teu) esse papa diz que Maria é co-redentora!
Gradativamente o clero vem destronando Deus e Cristo do coração dos católicos substituindo-os pela devoção às imagens e pelo culto à Maria.
Ignoram o profeta Isaias que disse: “Deus não reparte sua gloria com as imagens de escultura e Paulo, o apostolo que se referindo à idolatria lamentava dizendo: “Honraram e serviram mais a criatura que ao criador!”(Is. 42.8; Rm 1.25).
Na eternidade, segundo Cristo, “não se cassa nem se dá em casamento”, portanto não haverá sexo, ninguém nasce porque ninguém morre. “A carne e o sangue não herdarão o Reino dos céus, todos serão como anjos de Deus”. (Mt 22.30; ICo 11.50).
Sendo assim com que propósito o catolicismo ludibria o povo alimentando a idéia de Maria como mulher estar no céu com prerrogativas especiais?
A maioria dos dogmas da igreja é indigesta por serem anti-bíblicos; levaram séculos para serem assimilados. O culto à Maria foi introduzido lentamente, veja os lances:
1.        No concilio de Éfeso, ano 431, declararam Maria mãe de Deus. Na verdade ela foi mãe do corpo físico de Cristo, Deus não tem mãe.
2.        No concilio de Latrão, ano 649, “decidiram” que Maria não teve outros filhos! O Novo Testamento, no entanto registrou que “José não coabitou com sua mulher, Maria somente até nascer Jesus”. A Bíblia diz que Maria “deu a luz seu filho primogênito, se foi o primeiro é porque nasceram outros! Com dez anos de idade Jesus ausentou-se, achando-O, disse ela: “eu e teu pai te procuramos”. Se procuraram juntos é porque conviviam, e Jesus tinha 12 anos de idade! (Mt 1.25; Lc 2.7 e 2.4). nos registros dos primeiros cristãos e na bíblia encontramos que Maria teve outros filhos e filhas. (Mc 3.32). afinal, ter filhos não é desonroso, o que desmerece e muito é a condição de celibatário.
3.        No concilio de Nicéia, ano 787, instituíram o culto à mãe de Cristo (hiperdúlia). O papa foi hábil nessa decisão, pediu a uma mulher, a princesa Irene, que presidisse o concilio; sensibilizados, os bispos aprovaram a “nova devoção”, sancionada pelo papa Adriano I. Essa devoção é ilusória, Maria não toma conhecimento desse culto à sua pessoa, foi humana e não possuem atributos da Onisciência e Onipresença, próprios de Deus.
4.        O dogma da imaculada Conceição foi proclamado pelo papa Pio IX, sem consultar nenhum concilio, (1854). Pio IX, chamava-se Giovanni Maria Mastai Ferreti, era um italiano de “porte esbelto, compleição mórbida de fundo epilético, escassa teologia e poucas letras, era rígido e autoritário, seu reinado assinalou a data fatal da suprema decadência”. (Ap. Michaud). O escritor católico M. L’Abbé E. Michaud escreveu que o dogma da imaculada foi instituído para “agradar o piedoso sexo e desenvolver a imaginação doentia das mulheres”. (ver Ap. Michaud, pag. 6 e 7).
5.        Cem anos depois de instituírem a imaculada Conceição, a velha igreja católica escorrega de novo, deixando a cristandade perplexa! Baseando-se numa lenda de 15 séculos, Pio XII, 1950, proclama a “assunção de Maria!”. Cogitam aumentar o peso de sua coroa proclamando-a: “rainha do céu, mãe de todas as graças” e outro exagero que se estivesse entre nós, recusaria.

A mãe de Jesus é invocada pela igreja como Nossa Senhora do bom parto, das dores, da agonia etc., mas a menção mais insensata e irreverente à Maria encontramos nas palavras do padre Antonio Vieira (vol. 10 pag 198) onde esse padre compara o “ventre virginal de Maria com a letra Ó!” essa expressão injuriosa deu origem à nossa senhora do ó, adorada em todo Brasil.
Muito mais estranha é a doutrina dos jesuítas no “ELUCIDARIUM DE PÔSA” onde descrevem Maria concorrendo como homem e mulher para produzir o corpo de Cristo! (secundam generalem naturae tenorem ex-parte maris et ex-parte feminae). (os Jesuitas, ano IV nº 1, pag. 5. Rio de Janeiro).

O VATICANO E O PEDESTAL DE MARIA II
Quando a imagem de Maria foi introduzida na igreja católica, ano 450, o clero acalmava os cristãos explicando que a “imagem servia para contrabalançar” com as formosas deusas pagãs que desfilavam em Roma “inferiorizando o Cristianismo!”
Mais tarde verificou-se que os padres incentivaram a devoção à Maria para sensibilizar e atrair as mulheres que mobilizam pessoas e famílias para as “festas dos santos padroeiros”.
Os jesuítas dizem que “A mulher é um grande instrumento!”. É a chave com a qual se entra nas famílias, com elas se consegue grandes séquitos, as festas se tornam pomposas e ajudam a igreja a manejar as plebes!
Se os padres não ensinarem essa devoção ao povo simples a igreja vem abaixo, o clero perde o prestigio junto às mulheres e grande parte dos lucros que usufruem. (ver Borba Crainha, Liceu de Braga, Portugal). A caducidade da igreja pode aumentar, já há entre eles quem deseje uma posição de Maria na Santíssima Trindade. Abyssus, Abyssum invocat!
Para incentivar essa devoção os dominicanos criaram a “salve Rainha” no ano 1221 e o jesuíta João Leunis instituiu a “Congregação Mariana” em 1563.
O papa em 5 de março de 1967, na capela Sistina revelou ignorância ou má fé proclamando: “vamos à Maria, através dela chegaremos a Cristo”. A Bíblia nunca SE REFERIU À MARIA COMO MEDIADORA.
O bispo Strossmayer acusou o papa Pio IX de transformar Maria numa deusa! Já está surgindo entre os padres Paulinos e Redentoristas os que questionam o Culto à Maria e suas “enganosas aparições”. (veja reportagem Estado 07/09/85).
A reza ave Maria vem do ano 1317, foi escrita e difundida pelo papa João XXII, anos 1316-34, a palavra AVE era saudação dos romanos ao seu imperador; o anjo saudou Maria dizendo: salve! (lc 1.28).
O papa João XXII nessa reza misturou textos bíblicos com idéias espíritas, a expressão “rogai por nós agora e na hora de nossa morte” não é bíblica, os Cristãos jamais apelaram aos mortos mesmo que tenham sido santos.
Essa frase foi introduzida na reza ave Maria maliciosamente, pois sugere Maria como mediadora contrariando as Escrituras Sagradas que dizem: “só há um mediador entre Deus e o homem, Jesus Cristo”. (ITm 2.5).
Rezar é repetir frases decoradas usando o rosário como instrumento de repetição; Jesus ensinou orações e disse: “ao orar não useis de vãs repetições, não é por muito falar que se é ouvido”. (Mt 6.7). O nome da mãe de Jesus é usado no catolicismo com varias finalidades; na cidade de Aparecida do Norte, Estado de São Paulo, usam-no para atrair romeiros, pessoas simples e crédulas das quais a igreja recolhe proventos usando vários artifícios. A “capital espiritual” do Brasil começou assim:

1.        No ano de 1717 os pescadores João Alves, Domingos Garcia e Felipe Pedrosa recolheram numa rede no rio Paraíba uma imagem de 30 centímetros e consultando o padre fizeram-lhe uma capela.
2.        Por varias noites a “imagem fugia e era encontrada no morro dos coqueiros”, o padre Jose Alves, um espertalhão que tudo planejava, dizia na missa que “a santinha desejava uma igreja no morro”. O bispo desobedeceu à imagem “fujona” e fez uma igreja onde se encontra. (ex-padre Dr. Aníbal Reis).
3.        A “Fundação Aparecida” faz na cidade um grande negocio. Possui 1 hotel, 4 restaurantes, 80 lojas, uma fabrica de velas e uma estação de radio! Esse complexo rendia em 1980, 600 milhões de cruzeiros, ou seja, quatro vezes o orçamento do município. O prefeito está dizendo que os padres organizaram um comercio eficiente ao redor do templo, que rouba a freguesia do comercio da cidade. (Estado, março 88). O clero não crê nos “milagres” em torno da imagem de aparecida e previne que “a igreja de modo nenhum pretende fazer de relatos matéria de fé!”. (pergunte e responderemos ano 63 nº 71).
A única razão pratica daquele enorme templo em Aparecida é recolher dinheiro enquanto o povo “CURTE” a crendice; não traz nenhum beneficio espiritual aos romeiros, pelo contrario, rouba o culto que devem a Deus.

PETROS, PETRA, KEPHAS E AS CHAVES DO CÉU.

Na suposição de que Cristo edificou sua igreja sobre Pedro, os papas trataram de estabelecer uma linha de sucessão com esse apostolo.
Para isso embaralharam as palavrinhas gregas “PETROS e PETRA,” encontradas em Mt 16.18 e trapacearam com uma exegese tendenciosa confundindo a cristandade uma vez que Petros quer dizer seixo, pedrinha, e Petra significa rocha que no texto e nos contextos é Cristo sobre o qual foi edificada a igreja! Cristo disse ao apostolo Pedro: “Tu és Petros, sobre esta Petra edificarei minha igreja!”.
Equivocaram-se com essa “sucessão” nenhum autor grego jamais empregou a palavra “Petros” no sentido de “Petra”. (citado, por H. lidell, Grek English. Lexicon in loco).
Santo Agostinho, bispo de Hipona, ensinava que a pedra em Mt 16.18 é Cristo. Pedro era conhecido como Simão Petros e não Simão Petra; foi pastor de ovelhas e não pastor de pastores!
Jesus falava o aramaico, língua popular e certamente o grego usado nas grandes cidades por essa razão o catolicismo quando se vê em dificuldades “escapa” dizendo que Mateus 16.18 foi proferido em aramaico! Mas esse salto não os favorece. Imaginemos que o Mestre, no hipotético texto em aramaico tivesse dito: “tu és KEPHAS e sobre esta KEPHAS edificarei a minha igreja”, então teríamos problemas em João 1.42, onde a primeira expressão KEPHAS significa Pedro e não Petra! Torna-se difícil, como quer a igreja colocar Pedro na cadeira de Jesus Cristo.
Se houvesse realmente duvidas, que exigisse definição, sobre em quem à igreja foi edificada, todos os cristãos escolheriam o nome de Cristo! É mais coerente, mais razoável e mais seguro. Pedro não comportaria tanta magnitude.
Paulo escreveu à igreja de Corinto que, Cristo é o alicerce da igreja, e advertiu que “NINGUEM PODE LANÇAR OUTRO FUNDAMENTO” (ICo 3.11).
Fundamento se coloca uma só vez, se Pedro fosse o alicerce da igreja, como explicar a sucessão, pois não se põe fundamento encima de fundamento!
Esse apostolo corrige o catolicismo em sua carta, indicando Cristo como a pedra principal “eleita e preciosa” sobre em quem a igreja foi edificada. (IPe 2.4-9).
Se a igreja católica deseja encontrar o sucessor de Cristo, basta folhear o Novo Testamento no Evangelho de João onde diz: Eu rogarei ao Pai e Ele vos dará outro Consolador, o Espírito Santo, que ficara convosco para sempre! Qualquer outro “sucessor” é suspeito.
AS CHAVES DO REINO DOS CEUS. (Mt 16.19)
A igreja católica sempre tropeçou nas palavras figuradas do Novo Testamento! Desta vez as tomou ao pé da letra e gravou duas grandes chaves no Escudo do Vaticano!
Qualquer estudante da Bíblia deduz que as chaves que Cristo deu a Pedro, aos demais apóstolos e a igreja é a Mensagem dos Evangelhos que abre as portas da graça de Deus concedendo Salvação aos que crêem.
Jesus dizia: Eu sou a porta! As chaves por Ele referidas são símbolos da capacidade de abrir e explicar as verdades do Evangelho. Pedro usou essas chaves pregando primeiro aos demais Judeus e depois aos gentios (At 2 e 15.7-14). A igreja e os demais apóstolos receberam igualmente essa chave que é a Mensagem! João 20.23; Mt 18.16-18.
Se a igreja católica supõe uma chave material pode esquecê-la porque “as portas do céu não se fecham nem de dia nem de noite” (Is 60.11).
Se em alguma circunstância foi necessário movimentar essas portas as chaves estão com Cristo que “Abre e ninguém fecha, fecha e ninguém abre”. (Ap 3.7)
Como a maioria dos católicos não leva a serio os dogmas da igreja católica, fazem chacota de tudo! Apresentam Pedro com duas grandes chaves é o porteiro do céu, e controla as chuvas... Santo Antonio ajuda a conseguir noivados e casamentos, enquanto Santo Onofre e reverenciado pelos alcoólatras e assim por diante... Todas essas baboseiras romanistas rebaixam o Cristianismo.

 ORIGEM E JURAMENTO DOS JESUITAS
No ano 1534 surgiu no cenário da igreja católica uma ordem sinistra que escreveu a pagina mais negra e horrenda do catolicismo romano.
Foi criada pelo espanhol Inígo Lopes de Recalde, fora pagem na Corte espanhola e depois militar; na batalha de Pamplona Inígo foi ferido duas vezes, perdendo a aparência física. Por essa razão esteve isolado no castelo de seu pai em Guipuscoa onde foi instruído pelo clero.
Realizava praticas disciplinando-se 3 vezes ao dia com uma cadeia de ferro no pescoço, sofria alucinações e caia no chão “com a boca cheia de terra, o corpo escorrendo água, parecia ter enlouquecido e tentou o suicídio”. (hist. Univ. Cesare Cantú. Vol. 13. Pag. 417).
Nessa situação desesperadora encontrou uma vidente a Beata chamada Manresa, cobrou animo e partiu com ela para Barcelona; a seguir adotou o pseudônimo de Inácio de Loyola, por ter nascido no castelo de Loyola, fundou a “ORDEM DOS JESUÍTAS” e foi canonizado pelo papa Gregório XV, ano 1621.

Essa ordem perversa ativou a Inquisição.
As regras dessa ordem são funestas e reduzem a trapos a moral com as seguintes máximas: O PROBALISMO, A RESTRIÇAO MENTAL e o FIM JUSTIFICA OS MEIOS. Prescrevem regras de espionagem, inclusive entre si, que destroem as nobres faculdades da natureza humana, (manifestare cese invincem Quaecunaque per quanvis manifestentur). Ecic. Britânica. Vol. 13, pag. 651.
Os bons dicionários classificam os jesuítas de “astuciosos e hipócritas” o papa Benedito XIV os denunciou como “réprobos, capciosos, costumasse e desobedientes”. O papa atual João Paulo II discursando na Holanda afirmou que os “jesuítas estão desviados”. (Folha 10/06/1986).
A França os expulsou no ano 1549 e também em 1880, a Antuérpia em 1578; da Holanda foram expulsos no ano 1816; Veneza os baniu em 1606; a Boêmia livrou-se deles em 1618; foram expulsos da Rússia em 1820; Portugal também os expulsou no ano 1759; a Suíça em 1847 e o Brasil em 1760. (ver “jesuítas” na Enc. Britânica).
O papa Clemente XIV em 21 de julho de 1773 aboliu a “ordem dos Jesuítas” devido “suas intrigas políticas”, mas o papa Pio VII, ano 1814, restaurou-os, se dizem “Defensores do papa e braço direito da igreja católica”. Consideram-se acima dos bispos por possuírem bulas que os isenta de suas jurisdições. São orientados por uma eminência quase-papa conhecidos como papa-negro cujas relações com o Vaticano não são claras.
O juramento dos jesuítas encontra-se no livro “Congregacional de Relatórios” pagina 3.362, em resumo diz “prometo na presença de Deus e da virgem Maria e de ti meu pai espiritual, superior da Ordem Geral dos jesuítas... e pelas entranhas da santíssima virgem defender a doutrina contra os usurpadores, liberais e maçons sem hesitar”.
“Prometo e declaro que farei e ensinarei a guerra lenta e secreta contra os hereges... tudo farei para extirpá-los da face da terra, não pouparei idade, nem sexo, nem cor... farei arruinar, extirpar, estrangular e queimar vivos esses hereges. Farei arrancar seus estômagos e o ventre de suas mulheres e esmagarei a cabeça de suas crianças contra a parede a fim de extirpar essa raça”.
Quando não puder fazer isso publicamente usarei secretamente o veneno na chávena de chá, a corda de estrangula, o laço, o punhal e a bala de chumbo.
Com este punhal molhado no seu sangue farei minha rubrica como testemunho! Se eu for falso ou perjuro, podem meus irmãos os soldados do papa cortar mãos e pés, e minha garganta de orelha a orelha; minha barriga seja aberta e queimada com enxofre e que minha alma seja torturada pelos demônios para sempre no inferno!”(o texto foi transcrito em parte).
Com tantos crimes, fraudes e enganos a condenação da igreja católica será certa no juízo de Deus. A única opção é ouvir o apostolo João que se referindo a esse sistema religioso clamou: “sai dela povo meu para que não sejas participante de seus pecados e para que não incorras nas suas pragas!” (Ap 18.4).

O PAPADO E OS “DIREITOS HUMANOS”
As nações orgulham-se do seu passado e festejam seus benfeitores mas o Vaticano evita mencionar sua historia ou reproduzir a biografia de muitos papas por não harmonizar com o que dizem representar.
Quase todos os papas foram autoritários como Nicolau V, ano 1447-55, que autorizou o rei de Portugal “guerrear povos africanos, confiscar suas terras e fazer escravos”. Esse papa proclamava: “sou tudo em todos. minha vontade prevalecerá, Cristo mandou Pedro embainhar a espada, mas eu mando desembainhar!”
Santo Afonso Maria de Ligório, 1700, canonizado, também surpreendeu quando deixou ver que a igreja católica sanciona o roubou! Esse “Santo” escreveu que “se alguém roubar pouco, sendo pobre não comete pecado!” bem podia ser o padroeiro dos nossos trombadinhas!... (Dabium, Ligório, CHINIQUI p. 122).
Quando os papas ainda não eram “infalíveis” erraram no julgamento de Galileu Galilei. Doente e com 70 anos de idade foi trazido de maca na presença do papa Paulo V para retratar-se de seus conhecimentos de astronomia.
Galileu afirmava que a terra gira em torno do sol, ensino que contrariava os papas e a igreja católica.
Temendo a fogueira da inquisição o sábio retratou-se, e foi condenado a recitar sua retratação de joelhos e ler 7 Salmos por dia indefinidamente! Alguns historiadores registraram que quando lhe perguntavam se havia assinado a retratação dizia: assinei, mas que gira, gira!
O Vaticano e a igreja católica são mencionados no apocalipse como: “embriagados com o sangue dos Santos e das Testemunhas de Jesus!” (ver Ap 17.6).

Veja suas principais matanças:
1.        Em 1208 exterminaram os Cristãos Albigenses no sul da França.
2.        Torquemada, padre dominicano, espanhol, comandou por 8 anos a morte de 10.200 cristaos não católicos que incluía intelectuais e maçons, foram queimados vivos, foi horrível! O bispo Hooper foi sacrificado com pouco fogo e gritava: aumente o fogo, mais lenha! Ao seu lado numa caixa estava o papel de perdão, bastava retratar-se, mas não fez.
3.        Só na Espanha 31.912 cristãos além de livres pensadores foram mortos pelos papas, 291.450 foram martirizados e dois milhões foram banidos. A Espanha que era nação poderosa tornou-se país sem expressão.
4.        Carlos V, anos 1500-58, destruiu a mando do papa em exercico 50 mil Cristãos.
5.        O papa Pio V, anos 1572-85 organizou o extermínio de 100 mil Anabatistas. Esse mesmo papa, com os jesuítas, insuflaram as igrejas e exterminaram 70 mil protestantes na noite de 24 de agosto de 1572 na França. O papa celebrou mandando que as igrejas contassem o TE DEUN (Te Deum é um hino litúrgico católico atribuído a Santo Ambrósio e a Santo Agostinho, iniciado com as palavras "Te Deum Laudamus") (A Vós, ó Deus, louvamos). e cunhou moedas comemorativas ao massacre!
6.        Em 1590 o Vaticano incentivou as igrejas e eliminaram 200 mil Hugnotes!
7.        O monarca alemão Fernando II, anos 1578-1637, instigado pelos jesuítas começou uma guerra de extermínio contra os protestantes; essa guerra religiosa terminou em guerra política e tirou a vida de 15 milhões de pessoas. (anos 1618-1648) TUTA SCELERA ESSE POSUNT. SECURA NON POSUNT.
Na segunda guerra, 1939-1945, o Vaticano envolveu-se escandalosamente! A imprensa mostra o clero abençoando as tropas e armamentos italianos e partiam para massacrar os negros na Etiópia.
Um cardeal inflamado chegou a discursar: “não queremos a guerra, mas esta guerra estabelecerá na Etiópia a “SANTA MADRE IGREJA CATÓLICA”. (VER OS JORNAIS DA EPOCA)
Ao terminar esse conflito, suja-se o Vaticano concedendo seus passaportes a criminosos de guerra como Eichman, Walter Rauff, e outros; a caçadora de nazistas Beate Klarsfeld possui esses registros inclusive de bispos católicos que hospedaram e facilitaram a fuga de Josef Mengele.


FAÇO LEMBRAR QUE ESTE DOCUMENTARIO FOI TIRADO DO FOLHETO "O ESTADO DO VATICANO" ESCRITO PELO PASTOR LAURO DE BARROS CAMPOS.

sexta-feira, 16 de março de 2012

DOCUMENTÁRIO ESTADO DO VATICANO 1ª PARTE.

O CATOLICISMO O ROMANO, tem na sua grei e no clero, pessoas cultas e dignas de relacionamento que, no entanto devido suas origens, foram orientadas numa só direção.
Esse “DOCUMENTARIO” informa e elucida abrindo espaço para reflexões e melhores cálculos de direção espiritual tanto de indivíduos como nação.
- De modo geral há no Brasil duas religiões em evidencia, a “CATOLICA ROMANA” e as igrejas evangélicas. Enquanto o catolicismo se estrutura em “Ordens Religiosas” sob a direção de um chefe visível, as demais Igrejas Cristas apresentam-se em “Denominações” todas porem, como uma só base, a Bíblia Sagrada.
- As distancias entre as “Ordens Religiosas” Católicas assemelham-se a distancia entre as denominações Evangélicas com raras exceções.
Nota-se ainda que Católicos e Evangélicos creiam na Santíssima Trindade: Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo; compartilham da doutrina de que Cristo é o Salvador pela Sua morte substitutiva, ambas as igrejas ensinam a existência do Céu e do Inferno e aceita à mesma Bíblia como a Palavra de Deus.
- Se há tanta identidade porque caminham separadas? – “O DOCUMENTARIO ESTADO DO VATICANO” ajudará o leitor nessa questão que é a interrogação de milhões de brasileiros.
ADVERTENCIAS
ESTA É UMA OBRA SERIA. – NÃO SE PODE ESPERAR QUE O CATOLICISMO EM SUAS PUBLICAÇOES TESTEMUNHE CONTRA SI MESMO OU CONCORDE COM OS HISTORIADORES A QUEM DAMOS PREFERENCIAS POR SEREM MAIS CONFIAVEIS.


ORIGEM DO VATICANO E DO PAPADO I
Nos primeiros séculos HAVIA UMA ÚNICA COMUNIDADE Cristã; Jesus havia dito: “Onde estiverem dois ou três reunidos no Meu nome estarei entre eles... Eis que estarei convosco ate a consumação dos séculos” (Mt 18.20 e 28.20).
- O Cristianismo teve continuidade com bispos, pastores, presbíteros e Evangelistas como Policarpo, Ignácio, Papias, Justino, Irineu, Orígenes, Euzébio, João Crisóstomo, Cipriano, o bispo de Cartago e outros.
- Entre eles não havia maiores, embora Tertuliano, advogado Cristão tenha acusado o bispo Calixto de “querer ser o bispo dos bispos” (ano 208).
O CATOLICISMO começou a tomar forma no ano 325 dC quando o Imperador romano Constantino “convertido” ao cristianismo convocou o 1º Concilio das Igrejas que foi dirigido por Hósia Córdova com 318 bispos presentes, esses bispos eram Cristãos, ainda não havia catolicismo romano.
- Constantino construiu a “IGREJA DO SALVADOR” num bairro nobre de Roma chamado Vaticanus, os bispos (papas) de então construíram vários palácios ao redor da igreja formando o Vaticano que hoje existe.
A IGREJA RECEBEU O NOME DE “CATÓLICA” somente no ano 381, no Concilio de Constantinopla com o decreto “1CUNCTOS POPULOS” dirigido pelo imperador Romano Teodósio. Devido às alterações que fez deixou de ser apostólica e não sabemos como pode ser Romana e Universal ao mesmo tempo. (ver Hist. Ecles. Tom. I pg. 47, Riváux).
Ate o século V não houve “Papa” como conhecemos hoje, esse tratamento de ternura começou a ser aplicado a todos os bispos a partir do ano 304. (cônego Salim, Ciência e Religião. Tom. 2 pg. 56).
Naqueles tempos ninguém supunha que “S. Pedro foi Papa” fora casado e não teve ambições temporais; os lideres do Cristianismo depois dos apóstolos foram os bispos, os pastores e evangelistas. Uma relação de “papas” começando com o apostolo Pedro é falsa, foi forjada para valorizar os papas.
Depois do ano 400 as igrejas viram-se dominadas por cinco “patriarcas” que foram os bispos de Antioquia, de Jerusalém, de Alexandria, o de Constantinopla e o de Roma, “UTERO QUE GEROU O PAPADO”.
As igrejas que eram livres começaram a perder autonomia com o papa Inocêncio I, ano 401 que se dizendo “governante das igrejas de Deus exigia que todas as controvérsias fossem levadas a ele!”.
O Papa Leão I, ano 440, é mencionado pelos historiadores como o primeiro Papa; procurou impor respeito prescrevendo que “RESISTIR SUA AUTORIDADE SERIA IR DIRETO PARA O INFERNO!” Nessa situação confusa houve porfia entre os bispos de Constantinopla com os de Roma sobre a liderança do Cristianismo quando interveio o Concilio de Calcedônia, ano 451, que concedeu “direitos iguais a ambos!”.
O papado como conhecemos desenvolveu-se gradativamente sustentado a principio pelo Império Romano; é intruso no Cristianismo e não se enquadra na Bíblia, mas é identificado nas Sagradas Escrituras como “Ponta Pequena” (Dn 7.8).   
(1 O Édito de Tesalônica, também conhecido como "Cunctos Populos" ou De Fide Católica foi decretado pelo imperador romano Teodósio a 27 de fevereiro de 380 pelo qual estabeleceu que a "religião católica" tornar-se-ia a religião de estado exclusiva do Império Romano,[4] abolindo todas as práticas politeístas dentro do Império e fechando templos pagãos.
O ESTADO TERRITORIAL DO VATICANO, teve origem com o Papa Estevão II, ano 741-52, que instigou Pepino o Breve e seu exercito à conquistar territórios da Itália e doá-los a igreja. CARLOS MAGNO, pai de Pepino confirmou a doação no ano 774 elevando o Catolicismo a posição de poder mundial, surgindo o SANTO IMPERIO ROMANO sob a autoridade do Papa-Rei; esse império durou 1.100 anos.
Carlos Magno já velho arrependeu-se por doar territórios aos papas, agonizando sofria horríveis pesadelos e lastimava-se assim: “como me justificarei diante de Deus pelas guerras que irão devastar a Itália, pois os papas são ambiciosos, eis porque se me apresentam imagens horríveisemonstruosas, que me apavoram, devo merecer de Deus um severo castigo”. (Pillati, Ed. Thompesson, Tom. III, pag. 64. Londres 1878).
ORIGEM DO VATICANO E DO PAPADO II
O PAPA NICOLAU I, anos 858-67, foi o primeiro a usar Coroa! Serviu-se com muito efeito de documentos espúrios que surgiram no ano 857 conhecidos como “PSEUDAS DECRETAIS DE ISIDORO”. Essas falsas “decretais” eram pretendidas serem dos bispos dos séculos I e II que “exaltavam o poder dos papas”. Foram invenções corruptas e premeditadas cuja falsidade foi descoberta depois da morte desse papa; ele havia mentido que “tais documentos estiveram por séculos sob a guarda da igreja”.
AS “PSEUDAS DECRETAIS DE ISIDORO” selaram a pretensão do clero medieval com o sinete da “antiguidade” e o papado que era recente tornou-se coisa “antiga”. Foi o MAIOR EMBUSTE DA HISTORIA, esses falsos documentos fortaleceram os papas e ANTECIPOU EM CINCO SECULOS o poder temporal deles e serviu de base para as leis canônicas da igreja católica.
Esse embuste ajudou o papa Gregório VII, 1073-85, decretar o “DIREITO EXCLUSIVO DE GOVERNAR A IGREJA”. (Pochet Bíblia Handbook pg. 685).
NO ANO 1304 o Rei Felipe IV, da França enfrentou o papa! Devido as perseguições religiosas da igreja e por cobrarem altos impostos dos franceses o Rei mandou emissários a Roma prender o pontífice e humilhou o papado até o pó! Conduzidos para Avinhão na França foram tratados como meros instrumentos da corte francesa POR 70 ANOS (1305-1377).
Nesse período o catolicismo teve dois papas ambos “infalíveis” um em Avinhão na França, e outro em Roma proferindo anátema e maldições um contra o outro! Falta-nos espaço para citar a famosa “epistola de Lúcifer” dirigido ao papa em Avinhão (ano 1351).
Com o papa Gregório IX, ano 1377, a sede da igreja voltou a ser unificada no Vaticano e no século XV demoliram a “IGREJA DO SALVADOR” construindo em seu lugar a Basílica de São Pedro! Posteriormente os papas envolveram-se em guerras que resultou na prisão do papa Pio VII no ano de 1798 por Napoleão Bonaparte.
No ano 1870 o papa Pio IX governava Roma com 10 mil soldados franceses quando a frança retirou suas tropas Victor Emanuelli invadiu a cidade arrebatando Roma das mãos dos papas. Humilhados perderam Roma e tornaram-se súditos do governo Italiano.
Ate 1929 o papado esteve confinado no Vaticano; nesse ano Pio XI e Mussolini assinaram o tratado de Latrão legalizando esse pequeno Estado Político-Religioso que é controlado pela “Cúria Romana e governado por 18 velhos cardiais italianos que por sua vez controlam a carreira dos bispos e monsenhores”.  O papa fica fora dessa pirâmide. (Estado, 20/03/82).
O PAPADO é uma instituição italiana que surgiu das ruínas do extinto império Romano; sobreviveu fazendo astutas alianças políticas como no caso dos francos e de Carlos Magno, sobreviveu pela fraude como no caso das “Falsas Decretais de Isidoro” sobreviveu servindo-se dos exércitos dos reis subservientes e sobreviveu derramando sangue na inquisição.
Muitos papas foram bons homens. A igreja dos primeiros séculos abrigou muitos Santos que, no entanto, viveram fora da influencia do Vaticano; entendiam que os tais “Vigários de Cristo” eram bem menos santos que apresentavam.
Atualmente a “igreja” esta envolvida na “Opção pelos pobres” procurando distribuir a riqueza dos outros sem tocar nas suas... Com essa opção procuram atrair as massas que perderam! Os mesmo desesperos sofrem na Itália “onde apenas 25% dos católicos são praticantes comparando-se com 41% em 1968”. (Estado 07/04/88).
Se os papas não conseguem manter a Fé católica na Itália, sede da igreja e berço do papado, como espera realizar isso viajando por outros países?
Distanciando-se de Cristo, eriçando as classes sociais umas contra as outras e deixam ver que substituíram a mensagem eterna pelas temporais. 



RENDAS DO VATICANO E DAS IGREJAS
SEM UM SUSTENTO legitimo por estarem desacreditados, os papas e a igreja sancionaram o blefe canalizando para seus cofres quantias fabulosas negociando Cardinalatos e cargos eclesiásticos, posições que valiam fortunas!
Cobravam para “canonizar um santo” naqueles tempos 23 mil ducados; hoje esse ato custa milhões!
Vendem relíquias e “pedacinhos da cruz de Cristo” negociam o perdão de pecados mediante indulgencias e amedrontam os fieis com o fogo do purgatório que criaram prometendo com “missas” pagas aliviar essa situação.
Desconhecendo a Bíblia e o amor de Deus, milhões acabam aceitando esses expedientes matreiros do catolicismo romano.
O papa João XXIII, ano 1410, cobrava impostos dos prostíbulos contabilizando-os no “orçamento do Vaticano”. (não confundir esse papa com o João XXIII mais recente).
O dominicano João Tétze! Tornou-se famoso vendendo documentos de indulgencias da igreja negociava uma que “dava direito antecipado de pecar!” esse dominicano vendia outra por alto preço que garantia: “ainda que tenhas violado Maria, mãe de Deus, descerás para casa perdoado e certo do paraíso!” os papas assinavam esses documentos valorizando-os...
O papa Leão X, ano 1518 continuou com o blefe; necessitando restaurar a igreja de São Pedro que rachava usou cofres com dizeres absurdos tais como: “AO SOM DE CADA MOEDA QUE CAI NESTE COFRE UMA ALMA DESPREGA DO PURGATORIO E VÔA PARA O PARAISO!” (Hist. Da Literatura Ing. Por Tayne. Vol. II pag. 35).
O Vaticano é a corte mais suntuosa da Europa; já não se preocupa com migalhas, aplicam os proventos desse comercio espiritual de tal forma que possuem terras e fazendas, bancos próprios e edifícios, presentemente católicos americanos estão exigindo do Vaticano relatórios e balanços financeiros. (ver Estado 28/06/85).
O purgatório é o nervo exposto da igreja, não quer que toque! O escritor Cesare Cantú registrou que o purgatório é a “galinha dos ovos de ouro da igreja!”, e o ex-padre Dr. Humberto Rodhen disse que com esse e outros expedientes a igreja Católica recolhe por dia em todo mundo 500 milhões de dólares!
Nos primeiros séculos da era Cristã ninguém ia para o purgatório porque não existia, foi criado por um decreto papal... Nos países protestantes e nas outras igrejas Cristãs não há esse perigo, criaram-no só para almas católicas!... Esse lugar de tormento tornou-se comercio espiritual a partir do ano 1476 com o papa Sixto IV; o catolicismo é a única instituição que “negocia com as almas dos homens” (Ap 18.13).
Com esse dogma a igreja peca duas vezes e cria problemas de consciência para os padres: primeiro por oficializar uma inverdade, segundo por receber dinheiro em nome dessa inverdade! Nunca informam quando as almas deixam esse lugar de tormento; celebram missas indefinidamente por uma pessoa falecida sempre que haja um simplório para pagar! Não há textos bíblicos de apoio à existência desse lugar de tormento a não ser uma referencia no livro de Macabeus, sem valor.
O confessionário cujo interrogatório “devassa os lares” serve para vários fins, em Portugal e na Espanha usavam-no com eficiência para descobrirem e informarem as autoridades o pensamento político dos generais confessando suas esposas! Nessas “confissões” conseguem legados e doações de beatos e viúvas chorosas que buscando “absolvição” podem ser aliciados entregando terras e propriedades; “a igreja no Brasil tem um vultoso patrimônio imobiliário” (Estado 25/02/80).
São Bernardo, doutor da igreja e canonizado, dizia: o clero se diz pastores, mas o que são é roubadores, não satisfeitos com a lã das ovelhas bebem seu sangue! (Roma, a Ig e o Anti-Cristo pag. 178).
INFLUENCIA DO ESTADO DO VATICANO
A influencia do Estado no Vaticano e dos papas vem diminuindo sensivelmente, surgiram como poder mundial do século VI atingindo o ápice no século XIII, passando a declinar até nossos dias.
Com um passado pouco honroso; com seus dogmas questionados pela Cristandade, instituidores do Celibato e com fortes pretensões políticas o Vaticano e a igreja vem perdendo influencia como instituição Cristã.
As bulas e encíclicas dos papas não são levadas a serio e quando mencionadas não surtem efeito.
Essa perda de influencia sucede por fora e por dentro: o Geral dos Minoristas, João Del Parma, canonizado, registrou que “A Cúria Romana está entregue a charlatanaria, ao embuste e ao engano sem dar atenção às almas que se perdem!” (Salimbene, Vita Del Parma, Pag. 169).
VAZIOS ESPIRITUALAMENTE, o Clero recorre ao artificialismo para conservar o povo ao seu redor. Tudo no catolicismo é muito colorido, se o papa celebrasse as cerimônias civilmente, trajado como os pastores de outras igrejas Cristãs reduziriam em 70% os curiosos; por essa razão a indumentária deles é de espantar!. Conforme o cerimonial o papa apresenta-se com o Báculo, a Mitra, a Casula, a Meseta, a Estola, a Batina, o Manto, o Palio, a Sobrepeliz, a Roqueta, a Faixa, o Solideo, o Escapulário, a Coroa, a Tiara, as Luvas de seda e os Sapatos de Película Vermelho, tudo muito atraente e colorido!
O papa João Paulo II acrescentou mais uma peça na sua indumentária: “COLETE A PROVA DE BALA!”. Comprou dois deles na firma Armoured Body nos Estados Unidos (Jornal de Milão II Giornio)
GRANDES HOMENS, como Petrarca, Gambetta, Roosevelt, Dante, Vitor Hugo, Guerra Junqueira, verberaram o Catolicismo! Destacamos Getulio Vargas que lamentava as massas enganadas pelas imagens milagreiras da igreja, Rui Barbosa, grande tribuno brasileiro que se pronunciou contra a “romanização do Cristianismo” e D. Pedro II que acusou o Vaticano de “provocar discórdias entre o povo brasileiro”.  Na ocasião foi preso o bispo D. Vital. (Ver Faria Lima Vol. 3 P. 344 e O País, Rio, 29/08/25).
O jornal Fort Worth Star-Telegram escreveu recentemente que “O Brasil não é o maior país católico do mundo, mas sim o maior país espiritista. Diz que a Umbanda, os terreiros trazidos da áfrica e o catolicismo trazido pelos colonos portugueses formaram um sincretismo religioso que negocia estatuetas católicas e ídolos africanos junto com ervas milagrosas, poções de amor, dentes de jacarés, asas de morcegos e pós de baratas...” (Ed. De 15/02/83).
“A Maioria Católica” mencionada pelo clero para humilhar outras igrejas Cristãs encontra-se na verdade nos países mal alfabetizados e menos desenvolvidos, essas nações devem cobrar a situação em que se encontram do catolicismo que abraçaram. Por séculos a igreja não alfabetizou para melhor explorar as massas com crendices, impediu povos de examinar a Bíblia, fonte de progresso e liberdade!
Quando o clero menciona “religiões minoritárias” esquece milhões de Cristãos não católicos exterminados pelos papas retardando sua multiplicação!
HÁ DUAS CIVILAÇÕES BEM DEFINIDAS, a Civilização chamada protestante, equilibrada financeiramente, com governos estáveis, alfabetizada e desenvolvida representada pela Alemanha, Escandinávia, Inglaterra, Escócia, Austrália, Canadá, Suíça, Estados Unidos, e outras todas de maior ou grande densidade protestante.
A outra civilização, a católica romana, é semi-alfabetizada, com governos instáveis, orientadas pelo Vaticano, que exportam crendices e superstições. Essa civilização é representada pela America Latina e Central, Espanha, Portugal, e a Itália onde floresce o maior partido comunista da Rússia!
F. NITTI escreveu que “nenhuma nação protestante até hoje foi tragada pelo comunismo enquanto as nações católicas são vulneráveis aos totalitarismos!” (ver Estado de 02/032/30).
DECISÕES CONCILIARES
O VATICANO EM SEUS CONCILIOS ALTERA AS DOUTRINAS CRISTÃS
As alterações nas doutrinas Cristãs criaram dogmas que são indiscutíveis na igreja Católica impedindo os próprios padres de raciocinar, examinar e decidir entre o certo e o errado. Verifica-se que o catolicismo romano é uma maquinação ardilosa contra a inteligência e a liberdade! (Aberdeem Gladestone).
Muitos dogmas são baseados em lendas e suposições, outros estão impregnados de crendices que rebaixam o nível do cristianismo; quase todos foram criados com fins lucrativos, outros dogmas conferem ao clero certa autoridade e influencia até que a sociedade seja esclarecida...
EIS ALGUMAS ALTERAÇÕES ESTRANHAS ÀS SAGRADAS ESCRITURAS
          Sempre houve, mesmo antes da reforma
          Lideres e igrejas não católicas perseguidas                                                                                 Ano da Instituição
          Pelos papas.                                                                                                                                         1950, Assunção de Maria
          Entre eles os: Petrobusianos, os                                                                                 1870, Infalibilidade papal.
        Albigenses, Os Anabatistas                                                          1854, Dogma da Imaculada Conceição
        E outros.                                                                                        1546, Livros apócrifos na Bíblia.
                                                                                                                1215 Decretam a Transubstanciação.
                                                                                          1216, Instituída a Confissão.
                                                                                 1200, A hóstia substitui a Ceia.
                                                                       1190 Instituem a venda de Indulgencia.
                                                             1184, Inquisição. Efetivada anos depois.
                                                   933, Instituída a Canonização de Santos.
                                         830 Começam a usar ramos e água benta.
                               787 Começam com o culto as imagens.
                      503, O purgatório começa a existir...
          Missas pagas começaram no ano de 1476
            431, Instituído o culto à Maria, mãe de Jesus.
            416 Começaram a batizar crianças recém-nascidas.
            394, O culto Cristão é substituído pela missa.
            381, A igreja Cristã recebe o nome de  Católica.
            325, Constantino celebra o 1º Concilio das igrejas.
            320 Começam usar velas nas igrejas pela primeira vez
            310 Iniciam as rezas pelos mortos.
            304, Os bispos começam a serem chamados papas.                                                      
Devido essas alterações a igreja católica deixou de ser legitima e dividiu a cristandade. No ano 869 a igreja Ortodoxa separou-se de Roma recusando submissão ao papa e dizendo que a infalibilidade é a “blasfêmia que coroou o Papado!”.
Em 1517 o Monge Martinho Lutero encontrou a Bíblia, inspirou-se nas palavras do apostolo Paulo em Romanos 1.17 onde diz: “O justo viverá da fé”. Raciocinou que a salvação nos é dada pela fé em Cristo e não pelos ritos, sacramentos receitados pelo catolicismo.
A palavra “protestante” apareceu quando Clemente VII, 1529, tentou impedir que o Evangelho fosse pregado em alguns estados da Alemanha!
Os cristãos não católicos fizeram um protesto contra essa pretensão do papa e receberam o nome de PROTESTANTES, aplicado hoje a todos os evangélicos.
Padres sinceros e católicos devem influir sobre a igreja para que seja mais bíblica e menos idolatra e fetichista.
A IGREJA ANTES E DEPOIS DO SECULO IV.
Em sucessivos Concílios depois de século IV os papas sancionaram muitos dogmas que modificaram o Cristianismo na sua essência.
A Igreja Primitiva desconhecia a missa, o purgatório, o celibato, a transubstanciação, a infalibilidade papal, o culto a Maria, a veneração de imagens, o uso de velas, a água benta etc.
Viveram, nos quatro primeiros séculos do cristianismo, cristãos veneráveis, foram verdadeiros pais da igreja que guardaram a fé que ouviram dos apóstolos.
Anote as datas em que viveram. Todos antes do século V: Lino viveu no ano de 65; Cleto em 69; Clemente no ano 95; Justino no ano 100; Santo Inácio ano 110; Higino ano 139; Papias ano 140; Policarpo ano 155; Santo Irineu viveu por volta do ano 180; Orígenes ano 220; Urbano ano 223; São Cipriano, bispo de Cartago era do ano 247; São Vicente no ano de 310; São Silvestre no ano de 314; São João Crisostomo, famoso cristão, ano de 350; São Genaro, também desconhecia os dogmas católicos de hoje, viveu no ano de 384; Ambrosio e São Sebastião ano 397; e Santo Agostinho, bispo de Hipona viveu por volta do ano 420. Todos esses cristãos primitivos e milhares de outros não foram católicos! Desconheciam os dogmas que vieram depois...
DEPOIS DA MORTE DESSES CRISTÃOS SURGIRAM OS SEGUINTES DOGMAS:
ü  ANO 431, A IGREJA COMEÇOU CULTUAR MARIA, VISANDO SENSIBILIZAR AS MULHERES.
ü  Ano 503, o papa em exercício lança a idéia do “purgatório” mais tarde efetivado; o dinheiro que recebem pelas “missas de intenção” trazem problemas de consciência, pois tem um fim especifico: remover almas do purgatório para o céu!
ü  Ano 783, iniciam a igreja a pratica da idolatria, veneração de imagens.
ü  Ano 933, o catolicismo institui a “canonização”. Essa distinção da igreja tem sido concedida inclusive por bravura, como matar protestantes e Maçons! Muitos “canonizados” não passariam de criminosos comuns nas leis de hoje. Loyola por exemplo foi canonizado: Anchieta em 9 de fevereiro de 1558 na Baia de Guanabara ajudou os índios a enforcarem o holandês protestante Jacques Le Balleur e afogarem seus companheiros no mar.
ü  Ano 1074, foi introduzido pelo Vaticano o Celibato (do latim cælibatus que significa "não casado") (No entanto, o termo é popularmente usado para descrever uma pessoa que escolhe abster-se de atividades sexuais.) esse dogma do catolicismo influiu mal na sociedade; o escritor Leo Hubermam disse que o Celibato é exigido porque a igreja teme perder as propriedades dos clérigos caso casassem devido as leis de heranças.
ü  A dupla identidade também causa problemas, o “Frei Antão” da igreja tal bem pode ser o José da Silva no cartório civil, isso os torna suspeitos.
ü  Em 1190, o Vaticano começou “negociar” o perdão dos pecados através das indulgencias.
ü  Foi no ano de 1208, que começaram “levantar a hóstia para ser adorada” e no ano 1414 decretaram negar o vinho na Ceia aos fieis.
ü  A Transubstanciação (hipotética transformação do pão e vinho no corpo de Cristo) foi proclamada pelo papa Inocêncio III, ano 1215, os cristãos resistiram, mas foram derrotados no ano 1551, por um decreto papal...
ü  No ano 1870, o Vaticano introduziu a “Infalibilidade” que gerou protestos em toda a cristandade. As decisões papais têm mostrado a inveracidade do dogma!
ü  Nos anos 1854 e 1950 respectivamente, os papas proclamaram a Imaculada Conceição e Assunção de Maria; forma dogmas criados para atrair e conservar o sexo feminino.
Essas e outras inovações, todas introduzidas na igreja depois do século V, foram desconhecidas pelos primeiros cristãos, o que torna a “igreja católica ilegítima diante do Novo Testamento e dos pais da igreja”.                 
O Estado do Vaticano e a igreja católica para serem honestos deveriam informar inclusive nos calendários, que os cristãos primitivos que festejam não foram católicos Romanos, pois nada souberam do festival de dogmas que criaram. E se aqueles santos estivessem hoje entre nós fariam por certo outra opção religiosa, jamais o catolicismo romano!


O CONFRONTO BÍBLIA – CATOLICISMO ROMANO.
Nos primeiros séculos a igreja lutou contra os concílios dos papas, mantendo as doutrinas cristãs originais. São Cipriano, bispo de Cartago, anos 249-258, alertava: “NÃO RECEBO OPINIAO DIFERENTE DAS SAGRADAS ESCRITURAS, SEJA DE QUEM FOR!” São Jerônimo, anos 340-420 dizia o mesmo: “se estiver escrito recebemo-lo, se não estiver escrito, não receberemos, o que eles apresentam como tradição a Palavra que deu o vergasta! (veja ADV. Creseon, pag. 40 e In. Agg. Proph. Cap. 1 nº 2)
Foi contrariando homens como esses que a igreja católica perdeu sua legitimidade. O papa Pio IX, 1846-74 definia a versão do catolicismo contra a bíblia dizendo: “A leitura da Bíblia é um veneno”, mas tarde em 1864 confirmou: “A propaganda da Bíblia é uma peste!” (Sill. 8-12-64).
EIS ALGUNS PONTOS DO CONFRONTO BÍBLIA – CATOLICISMO ROMANO:
ü  Adoração – o primeiro mandamento bíblico prescreve: “Eu sou o Senhor teu Deus! Não farás para ti imagens de escultura nem semelhanças do que há em cima nos céus... não te curvarás a elas nem as servirás”. (Êxodo 20; João 5.21). no catolicismo no entanto as imagens tem prioridade por serem os esteios da igreja, no rosário há 166 contas sendo 150 para as “ave Maria” e 16 apenas para os  “padre nosso”. Os ídolos do paganismo e as estatuetas da igreja católica são forma de idolatria que se confronta com a Bíblia Sagrada. Cristo ensinou a adoração perfeita com estas palavras: “DEUS É ESPIRITO, OS VERDADEIROS ADORADORES ADORARÃO O PAI EM ESPIRITO E VERDADE PORQUE O PAI PROCURA TAIS QUE ASSIM O ADOREM”. (João 4.23). Adorar em espírito é usar a mente e o coração em direção a Deus, sem fitar imagens de escultura que anulam a adoração.
ü  Mediação – o Novo Testamento diz: “só há um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo” e Pedro confirmou: “debaixo do céu não há outro nome pelo qual devamos ser salvos” (I Tm 2.5; At 4.12). Na igreja de Roma, no entanto, Maria mãe de Jesus é “medianeira”, até bispos e padres se fazem de mediadores e perdoadores de pecado como se fosse possível substituir Cristo em suas atribuições!  Agem como impostores...
ü  Eternidade e Salvação – o Novo Testamento em vários textos refere-se à certeza da salvação para os que crêem nos Evangelhos afirmando: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa”. (AT 16.31) (vejam outras referências: Rm 10.9; At 2.21; Mt 10.22 etc.). Apesar dessas Palavras de Cristo, Dom Helder Câmara entrevistado pela revista Veja nº 867, disse que “não tinha certeza de sua própria salvação! ’ se um bispo está nessa situação espiritual, que dizer de um católico comum? Bispos e Padres, quando faleceu Tancredo Neves proclamaram que “Os anjos levaram a alma de Tancredo Neves para os braços de Deus” o que foi confortador! Uma semana depois a igreja deu marcha ré ordenando missas pela alma de Tancredo nas “chamas do purgatório!”. Afinal Dr. Tancredo está nos “braços de Deus” ou nas “chamas do purgatório”? o catolicismo é dúbio, atravanca o caminho da salvação com ritos e finalmente joga as almas no inexistente purgatório visando proventos!
ü  Limbo e Purgatório – são lugares intermediários para onde vão as almas; esses lugares não existem, mas são lucrativos e a igreja não os dispensa!... a igreja foi hábil quando “criou” o purgatório, prescrevendo que nesse lugar os “mortos se comunicam com os vivos” através das missas! É ai que a igreja entra com seu serviço!... O limbo é mais complicado; abriga as almas das crianças que morrem sem batismo, mas pode receber almas especiais que não vão para aquele tormento!... Todos esses arranjos do catolicismo têm fins lucrativos; não está nos evangelhos e não resistem a nenhuma analise!